sábado, abril 06, 2013

(Nuances - P.M)

Não me importa o método, a forma e nem o instante em que tudo se perde. O melhor da existência se revela enquanto somos a expressão da unidade, perdidos na condição do todo,  sempre mutável e esquecida no infinito. A liberdade não se cria em hipóteses, oportunidades ou peças de quebra cabeça; mas sim em vestígios que habitam as moradas distantes da espera e da perfeição. O caminho só pode ser ideal quando nele não buscamos o ideal ou depositamos desejos que já foram inconscientemente revelados. A perfeição só pode nascer nas asas da liberdade. Da estrela do caos. Da emoção quase vencida pelos caminhos ocultos da esperança. A perfeição enquanto verdade não é seguidora, ela é o próprio ser no segredo do que ainda não foi revelado. Porque se a verdade é nossa, o segredo é do todo e a existência se cria na dimensão do impróvavel. Nas horas contidas pelo que não passou. E a perfeição só se transforma em vida quando aprendemos a apreciar o silêncio do ser, as nuances do tempo e as jogadas da eternidade.

Um comentário:

Marcella gonçalves disse...

Assim você continua no seu ego
daqui a poco uma dose
uma doença
um julgamento....
psiiuuu.. não conta pra ninguém....
quem você é .... você é mais...
tá todo mundo sabendo quem vc é......
fica CALADO....
na bancas de revista, na novela, na rua, no metro, no onibus..... nas esquinas
você vai se ACHAR!!!... um dia ........ e tudo vai definhando..... e você sabendo ....... se torne o responsável por tudo... aceite a DOR de viver...
MARTIR